
Melhor Realizador - Joel e Ethan Coen, por NO COUNTRY FOR OLD MEN
Melhor Filme - NO COUNTRY FOR OLD MEN
Melhor Actor - Daniel Day-Lewis, por THERE WILL BE BLOOD
Melhor Actriz - Marion Cotillard, por LA VIE EN ROSE
Melhor Argumento - Diablo Cody por JUNO (#@%$#*!!!!)
Melhor Cinematografia - Robert Elswit, por THERE WILL BE BLOOD
Melhor Argumento Adaptado - Joel e Ethan Coen, por NO COUNTRY FOR OLD MEN
Melhor Filme de Animação - RATATOUILLE
Melhor Actor Secundário - Javier Bardem, por NO COUNTRY FOR OLD MEN
Melhor Actriz Secundária - Tilda Swinton, por MICHAEL CLAYTON
O mau: O argumento superficial e entravado de artificialidades de JUNO levou a estatueta; ainda não foi desta que Roger Deakins levou o óscar de cinematografia; Casey Affleck não ganhou o óscar de actor secundário, talvez por ter sido o actor principal naquele filme; Cate Blanchett foi para casa com as mãos nos bolsos; e eu achava que era físicamente impossível TRANSFORMERS não ganhar o óscar de efeitos especiais, mas foi para os ursos. Ah, e a apresentação de Jon Stewart.
O bom: Daniel Day-Lewis é um tornado sob a forma de um homem; RATATOUILLE é um óptimo filme (mas foi pena PERSEPOLIS não ganhar (a lista do "mau" já estava demasiado cheia); agora vai ser mais fácil encontrar em DVD os primeiros filmes dos Coen.
O vilão: As cançõezinhas de ENCHANTED. Grunho.
Numa cerimónia sem os pontos altos do ano passado, e pontuada com a pirosice das canções de ENCHANTED, não houve demasiados atentados ao bom senso. NO COUTNRY FOR OLD MEN é o claro vencedor, mas os portugueses vão ter de esperar até esta Quinta-feira para ver por si mesmos (até hoje à noite se forem à abertura do Fantas).
Ps: as minhas desculpas por várias críticas a filmes nomeados para os óscares não terem sido aqui publicadas ainda antes da cerimónia.
Pps: a greve dos argumentistas foi um mito e nunca existiu, a julgar por esta cerimónia.